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28/09/2011
Melhor gerenciamento da saúde
A não aprovação por parte da Câmara dos Deputados, recentemente, do projeto de lei complementar 306/8, que definiria os investimentos em saúde para a União, estados e municípios deve ter sido bem recebida por todos os brasileiros.
A proposta incluía a cobrança da CSS – Contribuição Social para a Saúde, um imposto idêntico à CPMF, cuja extinção ocorreu no ano de 2007, muito comemorada pela população brasileira, pois em nada melhorou a saúde em nosso país.
De lá para cá, esperávamos que não se falasse mais neste assunto. O povo já não suporta essa terrível carga tributária que é imposta pelo governo. Sempre que algo vai mal é o povo que é penalizado com a criação dessas cobranças que apenas diminuem o seu poder aquisitivo, encolhendo drasticamente o seu salário, cujos aumentos anuais nunca refletem a inflação do período.
Não adianta, portanto, insistir em criar impostos. A CPMF, não foi a solução para esta saúde em UTI, que continua massacrando o povo. Um povo que sofre pela a falta de um bom atendimento nos hospitais, que sofre até para marcar uma simples consulta, que perambula nas casas de saúde deste país em busca de socorro e nunca encontra.
É triste, até ridículo, o momento da saúde deste país. As imagens dos noticiários das emissoras de televisão mostrando quase que diariamente pacientes espalhados pelos corredores dos hospitais, parecendo até campos de concentração, representam acima de tudo a incompetência de gerenciamento do setor que vem sendo uma constante nos últimos anos. Não será, pois, a cobrança de mais um imposto para o povo que irá solucionar o problema. Esta cobrança foi feita. A CPMF foi cobrada durante muito tempo e nada resolveu. O que foi feito com todo o dinheiro arrecadado? Desviado? Caso tenha sido, reforça a nossa colocação de incompetência gerencial dos órgãos governamentais responsáveis pela saúde. Por favor, esqueçam a criação de mais impostos.
Essa justiça esportiva!
É preciso passar a limpo o futebol brasileiro, cujos escândalos acontecem permanentemente, sem que o Tribunal de Justiça Desportiva procure punir exemplarmente os que erram. Enquanto na Europa até os simples problemas com torcedores fora de campo fazem com que a justiça tome medidas enérgicas para melhor disciplinar esse apaixonante esporte, aqui, os tribunais esportivos dão péssimos exemplos, punindo quando não deve e deixando os que devem ficar impunes.
O caso do julgamento FORTALEZA X CRB, um jogo claramente combinado e que prejudicou terceiros, no caso o Campinense Clube, que terminou sendo rebaixado para a série D, mostrou os arrumadinhos que existem no imoral futebol dirigido pelo senhor Ricardo Teixeira. O juiz não recebeu punição alguma, quando foi testemunha de um jogo combinado; Carlinhos Bala, do Fortaleza, foi multado em 10 mil reais, ele que organizou toda a falcatrua dentro de campo, e o seu clube, por atrasar, apenas multado. Já para a equipe alagoana, o Clube de Regatas Brasil, com jogadores negociando até recebimento de cheque, conforme filmagem apresentada nos programas esportivos das TV’s brasileiras, apenas uma multinha. A pena, na verdade, foi para a vítima, o CAMPINENSE CLUBE, que foi rebaixado. Essa justiça desportiva é mesmo uma piada.
Gilson Souto Maior


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